Allan Kardec

Atividade Espírita

O Espiritismo no Ar!

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Página destinada à publicação de esclarecimentos
legais, científicos e religiosos,
sobre o tema "Aborto"


Esclarecimentos para "NÃO ESPÍRITAS"
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Esclarecimentos para "ESPÍRITAS"

Conceitos:
1) Nascituro é o ser humano já concebido que ainda está por nascer.
2) Somente os seres que tem vida conseguem se desenvolver. Se o embrião/feto/nascituro se desenvolve no útero da mulher, desde o momento da concepção, é porque tem vida. Se tem vida, tirá-la seria um homicídio, tratado com a nomenclatura diferenciada de aborto.


A CF/1988, em seu artigo 5º assevera que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estangeiros residentes no país a INVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA(...).

O fundo de direito é a garantia constitucional da inviolabilidade do direito à vida, direito fundamental positivado como cláusula pétrea, estabelecer condição (vidaintrauterina ou extrauterina), termo (inicial ou final) distinção (de qualquer natureza) ou qualificação (planejada ou não, desejada ou não).

É fácil constatar que a norma constitucional em foco se dirige à proteção da vida humana, incluindo o nascituro, pois a genética prova que a partir da concepção surge o zigoto/embrião inicial, que são organismos humanos vivos, nos quais estão fixadas as bases do indivíduo adulto (Moore e Persaud, 2000), ou seja, um indivíduo com características únicas constituídas pelo seu código biológico, que por consequência tem proteção jurídica.

Dessa forma, a proteção jurídica da vida humana começa com o início dela, a partir do momento em que se fundem os gametas feminino e masculino, quando há a fecundação do óvulo no ambiente materno da célula-ovo, conforme a teoria da concepção.

O Código Penal, o Código Civil e a legislação infraconstitucional admitem que o nascituro é titular dos direitos de viver, obter o reconhecimento de paternidade, alimentos gravídicos, herança, legado, doação, posse e outros que apontam para a mesma interpretação, partem da premissa: o nascituro tem seus direitos assegurados desde a concepção. Logo, aborto é crime contra a vida humana.

O Ministro do STF Alexandre de Moraes esclarece que “A Constituição, é importante ressaltar, protege a vida de forma geral, inclusive a uterina, pois a gestação gera um tertium com existência distinta da mãe, apesar de alojado em seu ventre. Esse tertium possui vida humana que se iniciou com a gestação, no curso da qual as sucessivas transformações e evoluções biológicas vão se configurando a forma final do ser humano”.

O artigo 227 da CF/1988 estabelece que “é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente ao jovem, com absoluta prioridade, O DIREITO À VIDA (...)”.

O artigo 2º do CC/2002 também estabelece “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, OS DIREITOS DO NASCITURO.”

Com 16 semanas o feto está perfeito como um nenezinho. Qual a diferença de 02, 04, 06, 08, 10, 12 para 16 semanas? Apenas que está em formação e desenvolvimento.

Antes de ser criança, nascendo com a vida, todos são nascituros. Paradoxalmente, todos os que defendem a descriminalização do aborto tiveram o direito de nascer.

Para além das liberdades sexuais e reprodutivas está o direito à vida que está sendo gerada.

Há também o direito e dever do pai em preservar a vida do filho, não podendo a mãe decidir pelo aborto em nome de suas liberdades constitucionais.

A mulher e o homem podem dispor de seus corpos da maneira que desejarem, e, na liberdade sexual, quando optarem por relacionamentos sem proteção, está implícita a possibilidade e a probabilidade de haver uma gravidez, que gerará um novo ser vivo, pois se estivesse morto não daria continuidade ao seu desenvolvimento, cujo corpo, que é um terceiro ser, não pode ter sua vida a depender da vontade de seus pais.

Invoca-se o direito da mulher sobre o seu próprio corpo como argumento para a discriminalização do aborto. Mas o corpo em questão não é mais o da mulher, visto que ela abriga durante a gravidez um outro corpo, que não é de forma alguma uma extensão do seu.

Somente os seres que tem vida conseguem se desenvolver. Se o embrião/feto/nascituro se desenvolve no útero da mulher, desde o momento da concepção, é porque tem vida. Se tem vida, tirá-la seria um homicídio, tratado com a nomenclatura diferenciada de aborto.

O nascituro não é intruso, não é objeto inerte e sem vida e muito menos doença.

O exercício de um direito encontra limite exatamente no direito do outro. Logo os pais não podem pretender exercer seu direito à liberdade ou à dignidade violando o direito à vida de seu filho nascituro. Somente o nascituro, titular do direito à vida, poderia dispor desse direito, não outrem.

Alegar que mulheres abortam para escapar da pobreza é estimular a eliminação de menos favorecidos e negar o dever social de suportar os mais frágeis da sociedade.

A legalização do aborto não diminui os índices globais. No Uruguai, país sul americano que permite abortamento, os índices aumentaram desde a legalização, e não ao contrário.

Os mesmos que defendem que defendem que o sistema de saúde deva promover o aborto, anunciam a necessidade de acesso à fertilização in vitro, para mães que não podem engravidar (pleito legítimo). O disparate aqui está na figura do embrião como centro de reinvindicação e, no caso da fertilização in vitro, concebe-se sucesso inicial com a concepção em si e, depois, a implantação do embrião vivo no ambiente uterino. Nesse caso específico, o sucesso significa que uma vida está a se desenvolver e uma pessoa em breve poderá nascer. Esse mesmo raciocínio não é utilizado no caso daqueles que defendem o aborto.

O embrião humano não é apenas um apenas um amontoado de células. Um amontoado de células não se desenvolve de forma organizada, bastando para que esteja em ambiente adequado (útero).

Relacionar a vida humana com consciência e capacidade de se relacionar com o mundo exterior é das formas mais sórdidas de se tratar a pessoa humana. Sob essa argumentação, também defendem a eutanásia em qualquer época e idade. O erro conceitual de desprezar avida humana por centralizá-la no cérebro hígido, torna todos os incapacitados mentais a candidatos fileira da morte – a primeira vítima das experiências de eliminação eugênicas nazistas foi um homem epiléptico de 23 anos.

Não confundir formação do sistema nervoso central e do cérebro propriamente dito para constatação de vida, pois crianças anencéfalas chegam a viver anos sem o cérebro.

Por fim, com exemplo ao contrário, pessoas com morte encefálica podem ter seus corpos mantidos com vida, por aparelhos, mostrando que, não há obrigatoriamente necessidade da constatação de sistema nervoso em um embrião, que se desenvolve sozinho, sem utilização de aparelhos, para constatar que ele está vivo.

ABORTO É CRIME CONTRA A VIDA.

Referência:
Memorial ADPF 442 - Audiência Pública - FEB Ver documento

Há uma tática utilizada para a aprovação do aborto nos países: 1) ganhar a mídia; 2) atacar a religião; 3) desumanizar o feto ou nascituro.

Observem, também, que os nazistas praticavam aborto em todos aqueles que eles entendiam que não estavam de acordo com os padrões do reich. A esposa de Victor Frankl, médico austríaco, foi obrigada pelos nazistas a fazer o aborto um ano antes de todos serem levados para o campo de concentração.

Abortar é a solução invasiva, letal e final. “Antes” deveria vir a educação, a retirada da sensualização em novelas, filmes, propagandas, carnaval, bailes, etc. Deveria se ter orientação sobre “responsabilidade” nos atos sexuais enão somente distribuição gratuita de preservativos e anticoncepcionais, como ocorrre, e programa sério de acolhimento aquelas famílias que estão para receber este novo ser humano.

Na verdade o tema principal é o “respeito e responsabilidade para com à vida”.

A abolição de temas como aborto voluntário, eutanásia e pena de morte devem estar sempre na pauta de nossas preocupações.

Como exemplo de vida: “Jerome Lejeune, o famoso descobridor da Síndrome de Down, participou certa vez de um debate, pela televisão, com um médico abortista, Monod, e a tantas, Lejeune faz uma indagação a Monod: - Sabendo-se que um pai sifilítico e uma mãe tuberculosa tiveram quatro filhos: o primeiro cego de nascença; o segundo, morto logo após o parto; o terceiro, surdo-mudo; o quarto tuberculoso, e que a mãe ficou grávida de um quinto filho, que fazer? Respondeu-lhe Monod: ‘Eu interromperia esta gestação.’. A isso, concluiu Lejeune: ‘O senhor teria matado Beethoven”.”


CONFERÊNCIA DO EX MÉDICO ABORTISTA, DR. BERNARD N. NATHANSON, EM 13/02/2008, NA CIDADE DE MADRID

Dr. Bernard N. Nathanson
"Eu fiz 5.000 (cinco mil) abortos”

Esta frase foi proferida pelo médico Dr. Bernard N. Nathanson, em 13 de Fevereiro de 2008, durante a conferência que deu no "Colégio Médico de Madrid", (correspondente à Delegação da Ordem dos Médicos, de uma cidade portuguesa) e que foi publicada pela revista espanhola "Fuerza Nueva", de onde se transcreveu.
A sua confissão é extremamente valiosa, dado ter sido um dos mais importantes defensores do aborto nos Estados Unidos.

Passemos-lhe a palavra:

"Em primeiro lugar devo dizer-vos que fui um dos 3 (três) fundadores da principal organização que "vendia" o aborto aos norte-americanos. Os outros dois membros eram Lawrence Lader e uma rapariga que pertencia ao movimento feminista.

Em 1968, quando fundámos a organização, calculava-se que menos de 1% dos americanos eram partidários da liberalização do aborto, isto é, em cada 100 americanos, 99 estavam contra o aborto. O montante que podíamos gastar nesse ano de 1968 era de 7.500 dólares, e 14 anos depois, em 1982, o orçamento anual da organização, já se aproximava do milhão de dólares…

Vou falar-lhes sobre quais foram as bases do plano que estabelecemos para convencer 199 milhões de pessoas (num país de 200 milhões) de que o aborto devia ser aceite…

E as tácticas de que vos vou falar são infalíveis e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram nos outros países, entre os quais a Espanha.

Serviram-nos de base duas mentiras: a falsificação de estatísticas e a invenção de pesquisas que dizíamos ter feito.

Quando, mais tarde, os defensores do aborto usaram os mesmos "slogans" e argumentos que eu tinha preparado em 1968, ria-me, porque tinha sido um dos seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.

A falsificação das estatísticas é uma táctica importante. Em 1968, dizíamos que nos Estados Unidos eram praticados 1.000.000 (um milhão) de abortos clandestinos, quando sabíamos perfeitamente que estes não ultrapassavam os 100.000 (cem mil), mas este número não nos servia e multiplicámo-lo por 10 (dez), para chamar a atenção.

Também repetíamos constantemente que as mortes de gestantes devido ao aborto clandestino se aproximavam das 10.000 (dez mil), quando também sabíamos que eram apenas de 200 (duzentas), mas este número era muito pequeno para se fazer propaganda...

Quando a táctica dos enganos e das mentiras é constantemente repetida, até à exaustão, acaba por ser aceite como sendo verdade.

Através das associações universitárias, especialmente das associações femininas, lançámo-nos à conquista dos meios de comunicação social. Estas ouviam tudo o que nós dizíamos, incluindo as mentiras, claro, e apressavam-se a passar tudo aos meios de comunicação social, que são a base de qualquer propaganda, pois está provado que é assim que se infiltram as ideias na população.

Outra táctica que pusemos em prática, foi a invenção das pesquisas que dizíamos ter feito. Por exemplo, dizíamos que tínhamos feito uma pesquisa em que 25 % (vinte e cinco por cento) da população era a favor do aborto, e três meses depois dizíamos que já era de 50% (cinquenta por cento) e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda e formar parte da maioria, para que não dissessem que eram "atrasados", juntavam-se aos "avançados".

Mais tarde fizemos realmente pesquisas e comprovámos que, a pouco e pouco, iam aparecendo os resultados que tínhamos inventado…

Por isso, sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto! Porque apesar das nossas terem sido inventadas, todas elas têm a virtude de convencer inclusivamente os juízes e os legisladores, visto que eles, tal como qualquer outra pessoa, lêem os jornais, ouvem a rádio e vêem a televisão, e há sempre alguma coisa que lhes fica gravada no cérebro.

Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema religioso. Eu não tenho nenhuma religião e no entanto estou a fala.

A partir de 1971, dirigi a maior clínica de abortos do mundo. Era o Centro de Saúde Sexual (CRANCH), situado a leste de Nova Iorque. Possuía 10 salas de operações e eu tinha 35 médicos sob a minha direcção. Fazíamos 120 abortos por dia, incluindo domingos e feriados, e só não trabalhávamos no dia de Natal.

Quando assumi a direcção da clínica estava tudo nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares. Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo no seu género, e como de Director Clínico devo confessar que sob as minhas ordens foram praticados 60.000 abortos e que fiz uns 5.000 pessoalmente.

Lembro-me que numa festa que organizámos, as mulheres destes 35 médicos contaram-me que os maridos tinham pesadelos onde gritavam que viam sangue e corpos de bebés cortados; outros, bebiam demais e outros drogavam-se. Houve mesmo alguns que tiveram que ser atendidos por psiquiatras. Muitas enfermeiras tornaram-se alcoólatras e outras abandonaram a clínica a chorar. Para mim, foi uma experiência sem precedentes.

Em Setembro de 1972 demiti-me, porque já tinha conseguido o meu objectivo, que era pôr a clínica a funcionar. Nessa época, e digo-o sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a, porque me tinha sido oferecido o cargo de Director do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas, em Nova Iorque. Aqui, iniciei a criação do serviço de Fetologia. E ao estudar o feto no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas as suas características, ao qual devem ser outorgados todos os privilégios e vantagens de que goza qualquer cidadão na sociedade ocidental.

Do estudo do feto vivo no interior do útero tirei esta conclusão: Talvez alguém pense que antes destas minhas pesquisas e estudos devia saber, como médico e como ginecologista, que o ser concebido era um ser humano. Evidentemente eu sabia disso, mas eu próprio não o tinha comprovado cientificamente. As novas tecnologias ajudam-nos a conhecer com maior exactidão a sua natureza humana e a não o considerar como um simples bocado de carne.

Hoje, com as técnicas modernas, podem-se tratar no interior do útero muitas doenças, inclusivamente fazerem-se mais de 50 tipos de cirurgias.

Foram estes argumentos científicos que mudaram a minha maneira de pensar. O facto é que se o ser concebido, é um paciente que pode ser submetido a um tratamento, então é uma pessoa e, se é uma pessoa, tem o direito à vida, e a que nós procuremos conservá-la.

Gostava de fazer um breve comentário à Lei do aborto em Espanha, que é igual à que está em vigor no Canadá, ou seja, aquela em que o aborto é permitido: em casos de estupro, sub-normalidade e também quando está em risco a saúde da mãe.

O estupro é sem dúvida uma situação muito dolorosa. Felizmente, poucos estupros são seguidos de gravidez. Mas mesmo neste caso, o estupro, que é um terrível acto de violência, não pode ser seguido de outro não menos terrível, como é a destruição de um ser vivo.

Portanto, tratar de apagar uma horrível violência, com outra também horrível, não é lógico; é um absurdo e o que faz realmente, é aumentar o trauma da mulher, por destruir uma vida inocente. Porque essa vida, tem um valor intrínseco em si, mesmo que tenha sido criada em circunstâncias terríveis, as quais não podem nunca justificar a sua destruição.

Com certeza que muitos dos que aqui estamos hoje fomos concebidos em circunstâncias que, se calhar, não foram as ideais… talvez sem amor, sem calor humano… mas isso não nos modificou em nada, nem nos estigmatizou. Portanto, recorrer ao aborto porque houve estupro, é uma coisa ilógica e desumana.

Quanto à saúde da mãe. Sempre disse que defenderia o aborto se a saúde física da mulher estivesse em perigo imediato de morte, caso a gravidez prosseguisse. Mas hoje, com os avanços que houve na medicina, este caso praticamente não se dá. Portanto, o argumento é enganoso, porque deixou de ser verdadeiro.

Consideremos agora o caso do feto defeituoso. Este é um assunto muito delicado, porque significa que aspiramos a ter uma sociedade formada por pessoas fisicamente perfeitas e, sem medo de me enganar, garanto que nesta sala não há uma única pessoa que seja fisicamente perfeita!... É perigosíssimo aceitar-se este princípio porque pode desembocar num holocausto…

Posso garantir-lhes que inclusivamente as crianças mongolóides são queridas.

Quando estive na Nova Zelândia com a minha mulher, almoçámos um dia com sir William Lilley, um dos fetologistas mais conhecidos do mundo e ele contou-nos que tinha tido quatro filhos que já eram adultos e que, ao ficarem sozinhos, ele e a mulher decidiram adoptar uma criança mongolóide. Afirmou-nos que este filho adoptivo lhes tinha proporcionado mais alegria do que qualquer dos outros quatro filhos…

Penso que permitir-se o aborto, é permitir-se um acto de violência moral, um acto deliberado de destruição e, portanto, um crime.

Gostava de terminar dizendo-vos:

Como cientista, eu não acredito, SEI, que a vida começa no momento da concepção e que esta deve ser inviolável.

Lembrem-se de que não sigo nenhuma religião, apenas penso que existe uma Divindade que nos ordena pôr um fim a este triste, inexplicável e vergonhoso crime contra a humanidade. Se não saímos vitoriosos e nos omitimos de uma completa dedicação a esta causa tão importante, a história nunca nos perdoará."


(Traduzido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família – PROVIDAFAMÍLIA, do panfleto "Yo practiqué cinco mil abortos" publicado por Vida Humana Internacional, 45, S.W.71st Ave., Miami, Flórida 33144 - USA Tel: (305) 260-0560; FAX : (305) 260-0595; E-mail: latinos@vidahumana.org. Com autorização do editor)

(http://www.ameportugal.org/eu-pratiquei-5000-abortos-dr-bernard-nathanson)


Blog "Cultura da Vida"

Site "Brasil sem Aborto"

Site "Aborto... Não!"

Blog "Contra o Aborto"


Dra Lenise Garcia, em 03/08/2018, no STF, mostra dados científicos contra a legalização do aborto


Dr Rafhael Câmara Parente, da UERJ, em 03/08/2018, no STF, prova a existência de falsas estatísticas e falsos argumentos utilizados para a aprovação do aborto


Professora Regina Beatriz Tavares da Silva, no STF, mostra dados jurídicos contra a legalização do aborto


Pastor Douglas Roberto de Almeida, no STF, contra a legalização do aborto


Jurista Janaína Paschoal, no STF, sobre descriminalização do aborto.


Exposição de Luciano Alencar da Cunha, representante da Federação Espírita Brasileira, no STF.


Dom Ricardo Hoepers e Pe. José Eduardo denunciam ativismo judicial no STF.


Prof Hermes Rodrigo Nery - Assoc Pró-Vida e Pró-Família, em 03/08/2018, no STF, fala contra a legalização do aborto no Brasil


Documentário O Grito Silencioso, apresentado pelo Dr. Bernard Nathanson. Neste vídeo, o ex-abortista mostra de forma clara e inequívoca a crueldade de um aborto (aviso importante: as imagens são fortes)

Atualmente, quando se fala em aborto poucas pessoas têm em suas mentes a real dimensão de seu significado, não imaginam como ele acontece ou quais são as técnicas utilizadas. O filme "O Grito Silencioso" é uma importante ferramenta para acabar com a ignorância que cerca o assunto. É um meio eficaz de visualizar, sem interferências ideológicas ou intelectuais o que de fato acontece num aborto.
Nesse momento, em que os grupos extremistas pró-aborto formados - pasmem, por mulheres em sua maioria - discutem com tanta paixão se o aborto é ou não um direito reprodutivo, se o feto é ou não um ser humano, se o feto pertence ou não ao corpo da mulher para que dele possa dispor como bem entender, quando se inicia a vida, e tantas outras questões, que o filme "O Grito Silencioso" desempenha um papel fundamental e deveria ser visto por todos. Isso para que haja um debate sério com honestidade intelectual suficiente para se chegar a uma decisão que abarque todos os interessados: a sociedade, o Estado, a mãe, o pai e o próprio feto. Todos devem saber o que acontece num aborto antes de emitirem opinião ou de legislarem.
O filme "O Grito Silencioso" foi produzido em 1985 pelo Dr. Bernard N. Nathanson, médico americano que chegou a ser conhecido pela alcunha de "Rei do Aborto" por seu papel desempenhado na legalização do aborto nos Estados Unidos. Ele ajudou a criar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (NARAL). E, na iminência da aprovação da lei, fundou o Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual em Nova York, onde coordenava a equipe e ele mesmo realizava os abortos. Esta clínica era a maior de NY e a mais ativa. Em seguida, criou o departamento de Fetologia no Hospital São Lucas, onde foi nomeado diretor do serviço de obstetrícia.
O Dr. Nathanson chegou a afirmar ter feito pessoalmente mais de cinco mil abortos. Até que surgiu a ultrassonografia. O aparelho de ultrassom foi a peça decisiva na mudança de vida do médico que, de maior abortista americano, passou a ativista pró-vida.
O filme "O Grito Silencioso" retrata de maneira inequívoca o que o Dr. Bernard Nathanson enxergou no útero de sua paciente que o fez mudar radicalmente.
A mensagem que o filme "O Grito Silencioso" transmite é tão forte e profunda que houve muitos casos de ferrenhos abortistas que mudaram radicalmente de opinião após assisti-lo, o Dr. Nathanson foi apenas um deles. Ele também é uma importante ferramenta para impedir que novas vidas sejam ceifadas ainda no ventre materno.
Se você conhece alguém que esteja pensando ou que tenha resolvido abortar, esse filme a ela. (publicado no YouTube, pelo Padre Paulo Ricardo)


As 3 táticas de Dr. Bernard Nathanson para legalizar o aborto em qualquer país.
Clique na imagem para aumentar.


A Questão do Aborto - Transição 017


Aborto - Transição 163


Aborto - Transição 186


Aborto - Transição 212


Aborto - Transição 241


Aborto: crime hediondo - Divaldo Franco



A Doutrina Espírita trata clara e objetivamente a respeito do abortamento, na questão 358 de sua obra básica O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec:
"Pergunta - Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?"
"Resposta - Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. A mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando."



Sobre os direitos do ser humano, foi categórica a resposta dos Espíritos Superiores a Allan Kardec na questão 880 de O Livro dos Espíritos: "Pergunta - Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?"
"Resposta - O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal."


Para a Doutrina Espírita, está claramente definida a ocasião em que o ser espiritual se insere na estrutura celular, iniciando a vida biológica com todas as suas consequências.
Na questão 344 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores:
"Pergunta - Em que momento a alma se une ao corpo?"
"Resposta - A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção, o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante em que a criança vê a luz. O grito, que o recém-nascido solta, anuncia que ela se conta no mundo dos vivos e dos servos de Deus."
As ciências contemporâneas, por meio de diversas contribuições, vêm confirmando a visão espírita acercado momento em que a vida humana se inicia. A Doutrina Espírita firma essa certeza definitiva, estabelecendo uma ponte entre o mundo físico e o mundo espiritual, quando oferece registros de que o ser é preexistente à concepção, bem como sobrevivente à morte biológica.


A vida da mãe em risco
No caso de risco de vida da mãe - único aborto aceito pela Doutrina Espírita - existem duas vidas em confronto e é necessário escolher entre o direito de dois sujeitos. Assim reza O Livro dos Espíritos:
"Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?
- Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe." (Questão 359.)


ABORTO DELITUOSO
DE RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS PÁG. 17, 13 a ED.EMMANUEL (Espírito)

Todavia, um crime existe mais doloroso, pela volúpia de crueldade com que é praticado, no silêncio do santuário doméstico ou no regaço da Natureza...
Crime estarrecedor, porque a vítima não tem voz para suplicar piedade e nem braços robustos com que se confie aos movimentos da reação.
Referimo-nos ao aborto delituoso, em que pais inconscientes determinam a morte dos próprios filhos, asfixiando-lhes a existência, antes que possam sorrir para a bênção da luz.
Homens da Terra, e sobretudo vós, corações maternos chamados à exaltação do amor e da vida, abstende-vos de semelhante ação que vos desequilibra a alma e entenebrece o caminho!
Fugi do satânico propósito de sufocar os rebentos do próprio seio, porque os anjos tenros que rechaçais são mensageiros da Providência, assomantes no lar em vosso próprio socorro, e, se não há legislação humana
que vos assinale a torpitude do infanticídio, nos recintos familiares ou na sombra da noite, os olhos divinos de Nosso Pai vos contemplam do Céu, chamando-vos, em silêncio, às provas do reajuste, a fim de que se vos expurgue da consciência a falta indesculpável que perpetrastes.


DE GENÉTICA E ESPIRITISMO, PÁG. 18, 2 Â ED. EURÍPEDES KÜHL
O Espírito André Luiz, em Missionários da Luz, Cap. 13 e 14, pela incomparável mediunidade do nosso Chico Xavier, descreve minuciosamente como se processa a reencarnação, exemplificando um caso de "fecundação assistida" por Construtores Espirituais.
Vemos ali como os Construtores Espirituais agem, selecionando, dentre de milhões, o espermatozóide que vai unir-se ao óvulo. A narração é de incomparável sublimidade e poesia, posto que o próprio momento da fecundação já o é também.
É um instante de amor, aquele em que o filho se une à mãe, "como a flor se une à haste, quando passa a ser alma da própria alma, aquele que será carne da própria carne".
Detalhadamente, a reencarnação é mostrada como se processa, nos dois planos - espiritual e material: horas após a relação sexual, opera-se a fecundação, supervisionada por Entidades espirituais elevadas. O mapa cromossômico é detidamente analisado e os genes localizados com normalidade. A célula-ovo, microscópica, desdobra-se em mapas, deixando à mostra a geografia dos genes da hereditariedade.


DE MISSIONÁRIOS DA LUZ, PÁG. 217, 3 3 a ED. ANDRÉ LUIZ (Espírito)
Observei, interessado, a extraordinária movimentação celular, no desenvolvimento da estrutura do novo corpo em formação e anotei o cuidado empregado pelos Espíritos presentes para que o disco embrionário fosse esculturado com a exatidão devida.
- A engenharia orgânica - exclamou o chefe do trabalho, bem-humorado - reclama bases perfeitas. O corpo carnal é também um edifício delicado e complexo. Urge cuidar dos alicerces com serenidade e conhecimento.
Reconheci que o serviço de segmentação celular e ajustamento dos corpúsculos divididos ao molde do corpo perispirítico, em redução, era francamente mecânico, obedecendo a disposições naturais do campo orgânico, mas toda a entidade microscópica do desenvolvimento da estrutura celular recebia o toque magnético das generosas entidades em serviço, dando-me a idéia de que toda a célula-filha era convenientemente preparada para sustentar a tarefa da iniciação do aparelho futuro.
No intuito talvez de justificar o desvelo empregado, Apuleio explicou-me, atencioso:
- Temos grandes responsabilidades na missão construtiva do mecanismo fetal. Há que remover empecilhos e auxiliar os organismos unicelulares do embrião, na intimidade do útero materno, para que a reencarnação, por vezes tão dificilmente projetada e elaborada, não venha a falhar, de início, por falta de colaboração do nosso plano, onde são tomados os compromissos.
Escutava-lhe a palavra experiente e sábia, com muita atenção, a fim de aproveitar-lhe todo o conteúdo educativo.
- Em razão disto - prosseguiu ele -, o aborto muito raramente se verifica obedecendo a causas de nossa esfera de ação. Em regra geral, origina-se do recuo inesperado dos pais terrestres, diante das sagradas obrigações assumidas ou aos excessos de leviandade e inconsciência criminosa das mães, menos preparadas na responsabilidade e na compreensão para este ministério divino. Entretanto, mesmo aí, encontrando vasos maternais menos dignos, tudo fazemos, por nossa vez, para opor-lhes resistência aos projetos de fuga ao dever, quando essa fuga representa mero capricho da irresponsabilidade, sem qualquer base em programas edificantes. Claro, porém, que a nossa interferência no assunto, em se tratando de luta aberta contra nossos amigos reencarnados, transitoriamente esquecidos da obrigação a cumprir, tem igualmente os seus limites. Se os interessados, retrocedendo nas decisões espirituais, perseveram sistematicamente contra nós, somos compelidos a deixá-los entregues à própria sorte. Daí, a razão de existirem muitos casais humanos, absolutamente sem a coroa dos filhos, visto que anularam as próprias faculdades geradoras. Quando não procederam de semelhante modo no presente, sequiosos de satisfação egoística, agiram assim, no passado, determinando sérias anomalias na organização psíquica que lhes é peculiar. Neste último caso, experimentam dolorosos períodos de solidão e sede afetiva, até que refaçam, dignamente, o patrimônio de veneração que todos nós devemos às leis de Deus.


"ESTEJAMOS UNIDOS EM DEFESA DA VIDA..."*
BEZERRA DE MENEZES (Espírito) EXTR. DE REFORMADOR, DEZEMBRO, 1993, PÁG. 20
Meus filhos!
* Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco no encerramento da Reunião do Conselho Federativo Nacional, em 7-11-93 - Brasília, DF.

Que Jesus nos abençoe!
A vida, sob qualquer aspecto considerada, é dádiva de Deus que ninguém pode perturbar. Todos os seres sencientes desenvolvem um programa na escala da evolução demandando a plenitude, a perfeição que lhes é a meta final.
Preservar a vida, em todas as suas expressões, é dever inalienável que assume a consciência humana no próprio desenvolvimento da sua evolução.
Quando alguém levanta a clava para interromper propositalmente o ciclo da vida, faz-se um novo Caim, jogando sobre si mesmo a condenação da consciência de culpa e experimentando, no remorso, hoje ou mais tarde, a necessidade de depurar-se, reabilitando-se, ao nadar nos rios das lágrimas.
Por isso, os espíritas cristãos, compreendendo o alto significado da vida, levantam-se para defendê-la onde quer que se apresente e, em especial, a vida humana - estágio avançado do processo de iluminação do Ser, na busca da sua consciência plena e cósmica.
Inspirados pelo Mundo Espiritual Superior, OS OBREIROS DO CRISTO SE ERGUEM HOJE PARA PROCLAMAR, NÃO SÓ O DIREITO À VIDA DOS QUE ESTÃO EM GERME E TÊM O DIREITO DE NASCER, como dos que se despedem do corpo e têm o direito a permanecer, até o último hausto, no organismo em processo prévio de degeneração, como também do delinqüente revel, que se pode arrepender e tornar-se instrumento útil à comunidade que agrediu, ou do atormentado mental, espiritual e moral que, sem resistência para enfrentar a luta, opta pela falsa solução do autocídio, mergulhando no insondável abismo de sombras e de dor.
Não apenas defender esse direito à vida, como também respeitar todas as vidas, como se apresentem, onde quer que estejam, é tarefa primordial do Espiritismo, que pode ser considerado uma usina de poderosa força e, se por acaso, não realiza a operação transformadora dos seus membros, influindo no comportamento da sociedade, converte-se em uma potência, deixada à margem, que perdeu a finalidade de produzir energia para a utilidade a que se destina.
Por isso, o Espiritismo tem como objetivo primeiro a transformação moral do homem, e se esta não se dá, a mensagem pode ser comparada a uma lâmpada abençoada que, lamentavelmente, se encontra com a luz interrompida.
Dessa transformação moral, intransferível, individual, saem os outros objetivos que vão atender às necessidades coletivas, mudando as paisagens terrestres e convidando a criatura à construção real do mundo pleno que em breve defrontaremos.
E onde estarão as energias necessárias para esse cometimento, senão no Lar, nessa sociedade miniaturizada onde se caldeiam sentimentos, onde se lapidam arestas e, muitas vezes, como buril, se retiram a jaça, as anfractuosidades, limando-se a aspereza para que o brilho da luz interior possa alcançar a superfície e expandir--se?!
A família é a base da sociedade, que não pode ficar relegada a plano secundário. Viver em família com elevação e dignidade, é valorização da Vida, na oportunidade que Deus concede ao Espírito para crescer e atingir as culminâncias a que está destinado.
É verdade que muitos obstáculos se levantam, gerando dificuldade para ambos os cometimentos.
Quem, por acaso, atravessará as águas de um rio duas vezes nas mesmas águas?
Enfrentar tais obstáculos é a decisão do cristão renovado, que encontrou em Jesus a força poderosa,que Ele usou quando quis implantar o Seu reino de amor e de Justiça na Sua época, guardadas as proporções, semelhante a esta época.
Se os companheiros se revestirem de valor moral para combaterem o erro, pela sua atitude de coerência espírita-cristã, pela sua conduta eminentemente evangélica, lentamente, os espaços perdidos serão recuperados e será erguido na Terra o Reino de Trabalho, de Fraternidade e de Amor.
Meus filhos, há muitas sombras, porque o bem apresenta-se com timidez, cedendo espaço ao mal, que alarga os seus domínios pelo atrevimento de que se reveste.
Por isso mesmo, espírita seja a nossa definição. Se necessário for perder as pobres moedas de
César, para preservar a inteireza do conteúdo da Mensagem, confiemos em Deus, o Supremo Doador, que nunca nos deixou órfãos e jamais nos deixará ao abandono.
O Espiritismo liberta-nos da ignorância e propicia-nos, pelas lições luminíferas da caridade, a ação social, na assistência e no serviço de socorro. Negar a procedência da inspiração, para conivir com os métodos arbitrários e injustos da política terrestre, é o mesmo que ceder ante as paixões de César, como árbitro dos destinos, embora sem controle, sobre as vidas, significaria abjurar o nome de Jesus - que é a bandeira das nossas obras sociais -, para estar de braços dados com o poder temporal, recebendo-lhe o auxílio e apoiando-lhe as arbitrariedades.
Jesus disse que no mundo somente teríamos aflições.
Não será lícito, portanto, esperarmos outra resposta, senão a da dificuldade.
Graças à Lei Soberana, que é a Lei Natural, a Lei de Amor, lutemos junto às autoridades competentes para falarmos do nosso apostolado e pedirmos respeito às ações renovadoras da sociedade que vimos desenvolvendo em nome da caridade.
Não temamos nunca! Estejamos unidos na defesa da Vida em uma família espiritual digna, suportando reveses e incompreensões. Ser espírita hoje é o mesmo que ter sido cristão ontem.
Quantas vezes veremos as nossas melhores palavras adulteradas e voltadas contra nós?
Em outras oportunidades enfrentaremos os desafios da urdidura da calúnia, da malversação de valores e das acusações indébitas; em novos ensejos defrontaremos problemas íntimos, no santuário doméstico, ralando--nos o coração e, mais adiante, sofreremos a insidiosa interferência dos que se comprazem na preservação deste estado de coisas, atormentados na erraticidade inferior, ferindo as fibras mais íntimas do nosso sentimento.
Não terá sido por outra razão que o Mestre nos recomendou o Amor - Amor sempre - e a Oração, meus filhos!
A Oração é o elixir de longa vida que nos proporciona os recursos para preservar os valores de edificação, perseverando no trabalho iluminativo.
E o Amor indiscriminado, a todos, mesmo aos inimigos - o que não quer dizer anuência com os seus despropósitos -, é impositivo de emergência para lograrmos a Paz.
Como é verdade que os Seus discípulos nos faremos conhecidos por muito amar, não menos verdade é que este amor - que se inicia em nós -, deve expandir-se até eles, todos eles, os que nos criam embaraços e dificuldades, que nos ameaçam e nos provocam lágrimas, em ambos os planos da vida.
No mais é confiar em Jesus.
Quando aceitamos o ministério do Cristianismo Restaurado, assinamos o propósito de servir com abnegação até o fim.
Temos logrado êxito; vencemos os primeiros embates; superamos as dificuldades maiores antes da decisão. Necessitamos, agora, valorizar a nossa vida - vós, no carro da matéria, e nós outros, na experiência libertada do corpo -, para chegarmos à meta final, cantando um hino ao Vencedor que, aparentemente vencido, foi plantado na cruz, e cuja aparente derrota estava simbolizada na vitória de encontrar-se como Hífen de Luz entre os homens propínquos e Deus, no Calvário, onde se uniram todas as forças do mal para o sacrifício do Cordeiro.
Meus filhos, estes são os dias chegados. Tende ânimo, preservai a coragem, sede fiéis, valorizando a vida e vivendo em família com elevação, para implantardes na Terra a família ideal, cujos membros, vinculados ao Reino de Deus, sejam realmente irmãos.
Que o Senhor nos abençoe!
São essas as palavras dos trabalhadores do Mais Além que por nosso intermédio fazem-nas chegar às vossas mentes e aos vossos corações.
Com o carinho paternal de sempre, o servidor humílimo.
Bezerra


“Um médico chega para uma senhora e diz : a senhora já teve 12 filhos, um aborto involuntário, já está em idade avançada e agora fica grávida de novo, não seria melhor abortar? E a mãe, confiando em Deus, com bastante segurança e amor disse não. Então nasceu Divaldo Franco.”


  • O aborto deve ser objeto do livre arbítrio da mulher grávida? - Divaldo Franco

  • Referência:
    O que dizem os espíritos sobre o aborto - FEB Ver documento